Bem-Vindo, Visitante
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TÓPICO:

Re:Agrotóxico 12 anos 7 meses atrás #1412

Olá a todos.
Deixo-lhes um texto que fiz inicialmente para os meus pais que diziam que eu não estava sabendo criar minhas filhas por não lhes dar carne.
Como algumas pessoas leram-no e pediram-me cópias, resolvi dar uma melhorada nele. Se acharem por bem divulgar, será excelente, pois diversas pessoas deixaram de comer cadáver após a sua leitura.
O original está todo diagramado, tem partes em negrito, itálico etc. Se desejarem, envio-no a vocês. Tudo de bom. Paulo Bastos

PARA REFLETIR

"Algumas verdades são difíceis de ouvir porque, se você realmente as ouvir, e entender que elas são realmente verdades, então você tem que mudar. E mudar pode ser muito inconveniente." Al Gore.

Este é um relato e uma pesquisa que fiz sem muitas pretensões, apenas com o objetivo de dar uma resposta aos meus pais, que insinuavam que eu não estava sabendo criar as minhas filhas. Por isso, este texto é escrito usando bastante a primeira pessoa, contendo muitos relatos pessoais. Muitos dados, por isso mesmo, não têm as suas devidas fontes, mas uma consulta rápida poderá sanar quaisquer dúvidas sobre a veracidade dos mesmos, já que a maioria do falado aqui é de conhecimento de muitos e, para quem se aprofunda um pouco mais no assunto, já bem familiar. Como distribuí a versão anterior e muitos gostaram dela, passei a receber pedidos para divulgá-la para mais pessoas. Sendo assim, tornei esta versão menos pessoal, mas, ainda assim, recheada de dados particulares.

“O que você faz às menores dentre as criaturas, é a mim que você o faz”. Cristo

Primeiramente, pensem nos seus filhos ao ler este texto e veja o mundo que vocês deixarão para eles. Herança, realmente, maldita. Não só o mundo que vocês deixarão para eles, mas a educação que eles terão, sempre consumindo, comendo o planeta e matando os animais sem dó nem piedade. Serão pessoas assim que queremos formar, iguais a nós, que destruímos o local em que vivemos?
Seria legal uma leitura com muita calma sobre o que se segue. Acho que só lendo terão uma idéia do que acontece com a indústria da carne, o horror que é a sua produção, o malefício para a saúde de qualquer animal humano e o estrago que está fazendo no planeta Terra. Estou anexando no final deste relato, um texto escrito por mim, publicado na Rev. Caros Amigos, agosto/2007. Tenho muitos artigos sobre ecologia, sofrimento dos animais, destruição do planeta, devido à criação de carnes, consumismo, poluição etc. Desejando saber mais sobre esses assuntos, contate-me: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo..

“Danificar outras formas de vida, apenas por nossas conveniências é ser muito egoísta. O prazer que sentimos durante alguns segundos comendo carne, custou todos os prazeres que um animal poderia ter tido o resto da vida dele!” Anônimo

Primeiramente, digo que não adianta conversar com ninguém que só fala por falar, como se soubesse do assunto, sem se basear em pesquisas, sem estudar o assunto profundamente. Tem que ter conhecimento para discutir, ver pesquisas e não falar que “Ah! O fulano falou que...Acho que isso é... Talvez seja assim...”. Tem que saber, estudar e entender.
Participo de grupo de estudos, com pessoas de várias partes do país e com várias profissões, a maioria com curso superior e especializações. Pessoas que pesquisam, mostram os problemas das indústrias da carne, farmacêutica, dos alimentos, das doenças etc, além de apontar alternativas a esse modelo econômico que só quer que consumamos, mesmo que para isso acabemos por destruir os recursos naturais. Enfim, tenho estudado quase tanto quanto à época que estava fazendo Mestrado. E aprendido muito, mesmo porque, além de pesquisar e ler muito, redijo inúmeros textos que distribuo aqui e acolá. Desde que comecei a distribuir artigos e notícias ecológicas, passei a ter muito mais ocupação e compromisso com estudo, para estar sempre atualizado. Toma-me muito tempo e dá-me bastante trabalho, mas é bem aprazível quando notamos que muitos estão se inteirando do assunto e passando a ter uma nova postura diante do planeta e dos animais.
Primeiro leiam, tenham paciência e reflitam. Não dá para conversar com quem não tem base para contra-argumentar. É igual quando alguém teima sobre um assunto e perguntamos se ele quer apostar. Na maioria das vezes não, porque quer apenas teimar, sem ter certeza de nada.
Vocês ainda pensam que os animais são criados como há 80 anos. Hoje tudo é objeto. O animal não tem direito algum, não pode ter instinto, não pode fazer sexo e nem caminhar, deixou de ser um ser vivo e virou apenas propriedade do animal humano, como se tivéssemos o direito de nos apropriar de outros seres que sentem dores como nós. Eles gostam de carinho, de viver em família e, além do mais, têm todo o direito de viver no mesmo planeta. Por que nós podemos fazer tudo que queremos, à custa de muitas dores dos animais e dos próprios seres humanos, mais humildes, que são escravizados, explorados, espancados, estuprados e assassinados?

"Até nós termos a coragem de reconhecer a crueldade tal qual ela é (quer a vítima seja animal ou humana) não podemos esperar muito mais deste mundo... Nós não podemos ter paz entre os homens cujos corações se deliciam ao matar qualquer ser vivo. Para cada ato que glorifica ou tolera esse idiota prazer em matar, nós travamos o progresso da humanidade". Rachel Carson

Até quando criamos um cão, falamos que o domesticamos. Que damos comida e casa para eles. O que fazemos é escravizar, pois o colocamos para trabalhar para nós vigiando a casa, enfrentando bandidos, fazendo-nos companhia. E o colocamos doente, pois, ao comer a nossa comida, cozida (o ser humano é o único que mata a sua comida, cozinhando-a, por isso, juntamente com outros fatores, tem maior predisposição a doenças), cheia de açúcar e produtos industrializados, acabam tendo as mesmas doenças que nós. Se eles pudessem falar e escolher, com certeza gostariam de viver livres, caçando a sua comida, tendo o seu ciclo reprodutivo respeitado, tendo espaços adequados para viverem, além de permanecerem juntos aos seus. Mas não, colocamos coleira, focinheira, trela e os prendemos amarrados em espaços minúsculos.
Há pouco mais de 100 anos, se defendêssemos os negros, o que diriam? Que éramos loucos, que os negros nasceram para isso, que tinham que trabalhar forçados, que não tinham alma e nem sentimentos. Eram apenas objetos. E hoje, por que o que era falado no passado não vale mais? Porque descobrimos que os negros merecem viver como nós, que não há diferenças entre brancos, amarelos, negros e vermelhos. O mesmo se aplica aos animais. Hoje a grande maioria não entende, mas daqui a 100 anos muita coisa estará mudada. Dia chegará em que não comeremos mais carnes (cadáveres), tomaremos leite (secreção) e, tampouco, ovos (óvulos) de animais torturados.
Antigamente havia os gladiadores e as arenas com seus leões, onde pessoas eram jogadas às feras para entretenimento. A multidão vibrava e era usual tal divertimento. Após, vieram os duelos, principalmente em defesa da honra. Nada mais normal para a época. Há pouco tempo ter em casa araras, papagaios, micos, arapongas e outros animais silvestres era bem corriqueiro. Quando crianças, matamos vários passarinhos com bodoques, que nossos pais nos ensinaram a fazer, o que era uma prática corriqueira. Hoje, nada disso é tido como normal. O que era manifestação cultural, prática do dia-a-dia, caiu por terra. Com a carne possivelmente ocorrerá o mesmo. Não será viável e aceito matar animais para comer e quem o fizer poderá ser condenado, como se estivesse matando uma pessoa.



Todo ser vivo merece e tem o direito de viver, da bactéria ao elefante, mas no alto de nossa soberba achamos que somos a cereja do bolo da criação (que Deus nos deu poder sobre todas as criaturas, para fazermos o que quisermos), que tudo existe para o nosso uso e desfrute, mesmo causando sofrimento e morte de milhares de seres, principalmente de outras espécies. Acharmo-nos melhores que os outros chama-se especismo, ou seja, que só a nossa espécie tem todos os direitos. Mas até dentro de nossa espécie discriminamos outros, como os pobres, os com síndromes, os negros, os aleijados... Por que criamos um cão com carinho e matamos um bezerrinho? Qual a diferença? Se é para comer, na China, Coréia etc, cães são comidos. É questão de cultura. O correto é não comer nenhum deles e nem torturá-los.

“Que espécie de bicho é contraditório o suficiente para proteger um bicho em extinção (um urso panda), mimar um bicho de estimação (um cão), abusar do bicho de entretenimento (um elefante), torturar um bicho de experimentação (macaco, coelho, rato) e comer o bicho para exploração (galinha, porco, carneiro, peixe, boi)?” – Rev. dos Vegetarianos, n.9

Quando mato formigas cortadeiras (saúvas e quem-quens), é para defender um outro ser vivo, as árvores e outras plantas, mas detesto ter que fazer isso. Mas, infelizmente, tenho que optar. Antes comia muita carne, mas apesar de ter sempre pensado nos bichos, ter tido dó deles, era fraco para tomar uma atitude que minimizasse o sofrimento desses pobres seres. Hoje, com o conhecimento que tenho, não posso mais pactuar com tanta insensibilidade, tortura, maldade, sofrimento e degradação, oriunda da prática da criação dos animais.
O número de vegetarianos e defensores de animais está crescendo – e muito. Hoje em dia, há diversas pesquisas relacionando o consumo de carne e produtos animais (leite/ovos) com doenças degenerativas, cânceres diversos, enfartos, colesterol alto, gota, depressão e violência. Sem falar nos problemas ambientais. Os motivos para se tornar vegetarianos são os mais variados. Alguns, preocupam-se com a sua saúde; outros, com os animais; muitos, devido à religião que professam e há os que se preocupam com o planeta. Muitos se preocupam com todos os fatores acima. E outros com nenhum.
Há vegetarianos que nunca deram nada de animal para os filhos e, tampouco, vacinas. Estão saudáveis e fortes, vão muito bem na escola e quase não gripam. Quase não vão ao médico também. Na Índia, há gerações sobre gerações de vegetarianos sem qualquer problema pela não ingestão de carne. Muitos médicos não procuram estudar, fazer uma reciclagem, por isso, não sabem o que é colocado nas carnes, o que dão aos animais que vivem doentes, devido às condições piores do que as dadas aos escravos. Essa indústria cruel esconde a sete chaves o tratamento dado aos bichos e as pessoas que os consomem não entendem de energias negativas, que certamente os animais passam para a carne. Apenas repetem o que falaram para eles durante muito tempo: carne é essencial. Não é! Pelo contrário. Carne é destruição completa.
Quando retrucam dizendo que se parássemos de comer carne, o que seria das indústrias e dos empregos de milhares de pessoas? Tudo evolui e com os empregos não seria diferente. A sociedade teria que se reorganizar e quase nada acontece de inopino, de repente. Quando a revolução industrial teve o seu início, fora dito o mesmo. Quando chegaram os computadores, idem. Quando o cartão de ônibus ia entrar em atividade, da mesma forma. Quando libertaram os escravos, muitos viraram trabalhadores, ou não? E novas frentes de trabalho certamente se abrirão. Poderemos ter mais turismo em florestas, já que as mesmas serão bem mais conservadas e regeneradas e isso emprega muitas pessoas. Também, a mão-de-obra excedente poderia ser aproveitada na plantação de orgânicos, legumes, verduras, frutas de qualidade, um campo que tem uma enorme demanda para pouca oferta atualmente. Da mesma forma, que tal se produzíssemos matéria-prima para roupas, como linho e algodão, que não utilizasse agrotóxicos e outros contaminantes? Opções existem aos montes.

Dizem que certos nutrientes são encontrados apenas nas carnes, o que não corresponde à realidade. Vejam abaixo o que o reino vegetal lhes oferece.
Onde encontrar os nutrientes
Proteínas - Todos os produtos à base de soja, leguminosas, cereais integrais e castanhas.
Carboidratos - No açúcar das frutas, nos cereais como trigo, aveia, cevada, centeio, arroz, milho, painço. Nas raízes como cenoura, beterraba, nas batatas, inhame, nos feijões, ervilha, lentilha e no macarrão.
Fibras - Frutas secas, cereais integrais e legumes.
Gorduras - Abacate, gergelim, feijão, cereais, nozes, azeitonas, sementes de abóbora, azeite, óleo de canola, de oliva e linhaça.
Vitamina A - Nos vegetais de cores vibrantes como cenoura, pimentão vermelho, manga e espinafre.
Vitamina B - Levedo de cerveja, gérmen de trigo, cereais integrais, nozes, feijões, sementes e brotos, abacate de banana.
Vitamina C - Laranjas, limões, vegetais de folhas verdes, morango, amora, kiwi, abacaxi, melão e tomate.
Vitamina D - Nos banhos de sol (bastam 20 minutos diários).
Vitamina E - Soja, gérmen de trigo, sementes de girassol, tomates, tahine (pasta de gergelim) e nozes.
Vitamina K - Folhas verdes, lentilhas, ervilhas, nabo, brócolis, couve-flor, broto de feijão, óleo de canola e azeite.
Cálcio - Folhas verde-escuro, tofu (queijo de soja), tahine, castanhas, raízes, feijão, ervilha, lentilha, nozes e frutas secas.
Ferro - Vegetais verde-escuros, tofu, feijões, gérmen de trigo e frutas secas.
Magnésio - Vegetais de folhas verdes, soja, castanhas, amêndoas, cereais integrais, gérmen de trigo, bananas, ameixas e figo seco.
Potássio - Folhas verdes, batata, tomate, banana, abacate, frutas secas, grãos integrais, nozes, castanhas e sementes.
Selênio - A castanha-do-pará é sua principal fonte. Basta uma por dia.
Zinco - Legumes, gergelim, sementes de abóbora, amendoim, lentilhas e cereais integrais, amêndoas e tofu. Revista dos Vegetarianos, ano 2, número 15.

A nossa luta é difícil. Todos vocês, insensíveis, e egoístas com o futuro das gerações que estão nascendo e que nascerão, acham que estão corretos e que nós somos os radicais. Vocês destroem tudo, matam, torturam e nós é que estamos errados. Não adianta falar que sempre foi assim, porque sempre tivemos guerra e não é certo isso.
Quando me chamam de radical, adoro tal pecha, pois radical quer dizer que “1. Relativo a raiz. 2. Fundamental, básico, essencial”, ou seja, que vai à raiz do problema, que tenta solucioná-lo, enquanto a maioria se acovarda ou se omite, por preguiça, comodismo ou medo.
Olhem o tamanho do horror: PARA OS ANIMAIS NÃO-HUMANOS NÃO HOUVE SEGUNDA GUERRA MUNDIAL. POIS A PRIMEIRA JAMAIS TERMINOU...Um ser humano que viver 70 anos terá sido testemunha direta ou indireta, durante sua vida, do massacre cruel e desnecessário de mais de quatro trilhões de animais.
ASSASSINATOS DE ANIMAIS POR ANO (Números oficiais. Estima-se que na realidade possa haver até o dobro de mortes anuais):
30 bilhões para experimentações científicas
30 bilhões para alimentação
400 milhões para caça esportiva
120 milhões para a indústria da moda
40 milhões para controle de zoonoses
UMA GUERRA POR MINUTO:
4,2 trilhões de animais em 70 anos de vida
60 bilhões de animais por ano
5 bilhões de animais por mês
1,25 bilhão de animais por semana
178 milhões de animais por dia
7,5 milhões de animais por hora
125 mil animais por minuto
2 mil animais por segundo. Por um mundo vegetariano. Pelas pessoas. Pelos animais. Pelo planeta. Extraído da Revista dos Vegetarianos, ano 1, número 12.

Muitos hoje sabem que a carne é um dos maiores fatores de poluição. Só as queimadas para fazer pasto poluem mais que toda a nossa frota nacional de veículos, colocando o Brasil em 4º lugar como poluidor mundial. Quando se queima as florestas, muitos quilômetros por dia, queimam-se junto os esquilos, macacos, onças, tamanduás, pássaros, sapos, capivaras e todos os que vivem na floresta. A carnificina assim é muito maior. Não satisfeitos, queimamos mais florestas para plantar milho e soja, para alimentar os bichos. Ainda insatisfeitos, queimamos mais matas para produzir carvão para queimar os bichos nas churrasqueiras. Enquanto isso muitos passam fome e nem acesso à carne terão. Não seria mais fácil dar os grãos diretamente a quem tem fome? Além dos animais beberem e comerem bem mais que os humanos, na produção deles são utilizados muita água e muita energia elétrica. Assim, o desperdício é intensificado.
Ao queimarmos matas, queimamos remédios para doenças que existem e outras que nem existem ainda. Aumentamos o calor da Terra, derretemos os gelos dos pólos e o mar tem o seu nível elevado. Muitas ilhas já submergiram com essa subida de nível, fazendo milhares de desabrigados, que eram os que menos poluíam. Muitos hoje não têm mais casa e, tampouco, pátria. 1/3 do planeta já está em processo de desertificação. Ou seja, está virando ou virou deserto, pelo desmatamento desenfreado. E isso provoca o êxodo de milhões de pessoas, que são obrigadas a saírem de sua terra natal e virem para as grandes cidades, passando a morar em favelas e com enormes possibilidades de tornarem-se mendigos, criminosos, prostitutas etc, pela falta de empregos. A diretora-geral da Organização Mundial da Saúde (OMS), Margaret Chan, destacou nesta segunda-feira (21) a estreita relação entre mudança climática e saúde, e disse que" a humanidade é a espécie mais importante ameaçada" por esta mudança no clima. Chan se referiu à ameaça da mudança climática para a saúde humana, em seu discurso na abertura do Conselho Executivo da OMS, no qual ressaltou a importância da aceitação, por parte dos líderes mundiais, dos perigos da mudança climática. "Segundo as últimas previsões, divulgadas em novembro, a África será severamente afetada (pela mudança climática) até 2020. Restam apenas 12 anos. Nosso setor tem boas provas do que as secas, inundações, tempestades, ondas de calor, poluição do ar, desnutrição, deslocamento de povoações e doenças transmissíveis significam para a saúde", assinalou Chan. www.ambientebrasil.com.br
Tal prática acaba com as nascentes, enche os rios de terra (assoreamento), muda o ciclo das chuvas, uma vez que são as árvores que ajudam na formação delas e polui os rios, pois os excrementos dos animais vão para os seus leitos. Daí, para se ter uma água potável, teremos de gastar mais para limpá-la e para buscá-la mais longe, já que não haverá muitas nascentes. Por isso, os pobres pagarão bem mais caro por ela. As mudanças climáticas estão tornando mais difícil para muitas pessoas o acesso à água potável e aos alimentos, além de estarem disseminando doenças como a malária e a dengue, afirmou na segunda-feira (21) a maior agência de ajuda humanitária do mundo. A Federação Internacional das Sociedades Cruz Vermelha e Crescente Vermelho (IFRC) está pedindo aos doadores da comunidade internacional uma ajuda de 292 milhões de dólares por ano para 2008 e 2009 a fim de ajudar várias comunidades a se protegerem contra as ameaças do aquecimento global. O fenômeno, segundo cientistas, está relacionado com as emissões de gases vindos da pecuária, de carros, fábricas e usinas de energia. (Estadão Online) www.ambientebrasil.com.br
O presidente da Epagri - Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina, Murilo Flores, afirmou que, no Brasil, a agropecuária responde por 25% da emissão de gases causadores do aquecimento global (principalmente metano e óxido nitroso). Como exemplo, ele citou o rebanho de 5,6 milhões de suínos em Santa Catarina, que produz 9,7 mil toneladas de dióxido de carbono (CO2) por dia, resultante do metano liberado pelas fezes dos animais.
Mesmo a produção de grãos, principalmente a soja, que é em grande parte direcionada aos animais, polui ainda mais, pois para a sua produção é preciso muito nitrogênio, que não é todo absorvido pela planta. O nitrogênio, explica Luiz Antonio Martinelli, pesquisador do Centro de Energia Nuclear na Agricultura (Cena) da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq) da Universidade de São Paulo (USP), à Agência FAPESP. é fundamental na produção de alimentos por se tratar de um nutriente limitante. Quando não está presente, não se consegue produzir alimentos nos níveis da demanda atual. "Os países em desenvolvimento sofrem com isso. O continente africano é um caso crônico. Os fertilizantes são caros, a distribuição é ruim, o transporte é insuficiente e a logística não existe. Esse é um dos motivos da fome na África. Quando há uso excessivo de fertilizantes, o excesso de nitrogênio não é absorvido pelas plantas e se torna um poluente. "O nitrogênio tem extrema mobilidade, muda rapidamente de estado e vai da terra para o ar e dali para a água com muita facilidade, contaminando os ecossistemas agrícolas e penetrando nos lençóis freáticos”. De acordo com Martinelli, todos os países industrializados, sem exceção, têm problemas sérios de poluição com nitrogênio. O pior deles é o excesso do elemento químico em corpos d’água, que leva ao fenômeno conhecido como eutrofização. "Há um crescimento acelerado de algas e outros organismos que, quando morrem, são decompostos utilizando o oxigênio da água. A taxa de oxigênio cai, causando mortandade de peixes. São as zonas mortas, que se estendem pela maioria dos estuários dos países desenvolvidos", disse. www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/...?artigo=010125070215

“No mundo, a cada segundo, uma área de floresta tropical do tamanho de um campo de futebol é desmatada para dar lugar a uma produção de carne equivalente a 257 hambúrgueres” – Rev. dos Vegetarianos, n.7

O pior é que quem dá o preço da carne são os que a compram, os europeus, asiáticos etc. Eles levam a carne e deixam a área degradada, sem mata, poluída, tanto a terra quanto as águas e o ar. Em forma de carne levam também a nossa água e riquezas naturais. Ao comprar um quilo de carne, deveríamos levar um balde de 10 litros, para recolhermos os excrementos do boi. Sem falar nos gases (flatulência e eructação) que aumentam ainda mais o calor da Terra. A eructação, arrotos dos bois, é responsável pela liberação de gás metano. O alimento consumido, gramíneas, forma um caldo onde estão presentes bactérias. “Quando o animal respira, o gás é liberado juntamente com o gás carbônico”, explica a pesquisadora da Embrapa Meio Ambiente, Magda Aparecida Lima. Considerando cerca de 165 milhões de animais, somente no rebanho bovino brasileiro, produzindo anualmente uma média de 60 quilos de metano cada, pode-se imaginar as proporções mundiais da questão. Segundo ela, o metano possui um poder de aquecimento global vinte e uma vezes maior que o gás carbônico (CO2). Hoje temos bem mais bois. No final de 2006 a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) calculou em um relatório que os bovinos produzem mais gases causadores do efeito estufa que os carros. O metano que expelem e o protóxido de nitrogênio de seus dejetos são muito mais nocivos para o meio ambiente que o CO2.

“Os 200 milhões de bovinos brasileiros ocupam um espaço três vezes maior do que toda a área cultivada do país. Consomem quatro vezes mais água e produzem cento e trinta vezes mais dejetos do que a população inteira. Poluem solo, rios e mananciais e emitem anualmente mais metano na atmosfera do que os humanos conseguiriam em dez anos. Tudo isso degrada nossa terra e põe lenha no aquecimento global. Ajude a parar com esse estrago. Faça parte da solução: seja vegetariano.” - Rev. dos Vegetarianos, n.8.

As pessoas só pensam em comer, mesmo que tenham que torturar os bichos e acabar com tudo. Só querem consumir, gastar e não reciclar. Não querem saber das conseqüências, das gerações futuras, do que será de seus netos, como a Gabriela e Bruna, minhas filhas de 4 e 3 anos.

"Quando o homem aprender a respeitar até o menor ser da criação, seja animal ou vegetal, ninguém precisará ensiná-lo a amar seu semelhante" Albert Schweitzer, Nobel da Paz de 1952

Como não paramos de consumir, desperdiçar e utilizar veículos automotores, então, para se poupar o planeta, o mais fácil seria largar os produtos animais. Para se ter uma idéia, A CRIAÇÃO DE ANIMAIS PARA CONSUMO HUMANO... DEGRADA A TERRA: cerca de 80% das áreas cultiváveis são usadas para a criação de animais. Em 1 hectare de terra podem ser plantados 22.500 kg de batatas e apenas 185 kg de carne bovina. ... DESPERDIÇA ÁGUA: são necessários de 20 a 30 mil litros de água para produzir 1 kg de carne. Para a mesma quantia de trigo, é preciso apenas 150 litros de água. ... ESTIMULA O DESMATAMENTO: a criação de animais de corte é responsável por 90% do desmatamento de florestas tropicais. Para cada hambúrguer de carne bovina, são necessários 50 m quadrados de área de floresta. ... POLUI A ÁGUA: somente os animais criados para o consumo nos Estados Unidos produzem uma quantidade de excrementos 130 vezes maior do que a de toda a população mundial. Uma criação de porcos média produz tantos excrementos quanto uma cidade com 12 mil habitantes. ... DESPERDIÇA ENERGIA: nos EUA, mais de um terço de todas as matérias-primas e dos combustíveis fósseis são usados na criação de animais para consumo humano. A produção de um único hambúrguer consome a mesma quantidade de combustível fóssil que um carro popular em um percurso de 32 km
Se não nos preocuparmos com o aqui e agora, poderemos nos preparar para um mundo com muito mais miséria, seca e guerras. Muitos estudos, inclusive da ONU, de diversos governos e de inúmeros cientistas já apontam para isso. Não é terrorismo de ecologista. São fatos reais que já ocorrem e a tendência é que aumentem.
Aliás, até os ecologistas não são muito honestos. Falam pouco na questão da carne, em proporção à gravidade dessa atividade, pois a maioria a come e não quer ficar sem o seu bifinho e o seu churrasco. Acho os ecologistas bem hipócritas, pois não falam abertamente na questão da carne, apenas do desmatamento, como se a carne não estivesse vinculada a isso e o boi fosse criado em apartamento. Teriam que ser claros: “Parem de comer carne, pois as florestas estão sumindo”. O alarde dos ecologistas se dá da mesma maneira que muitos estão preocupados com o urso polar, morrendo devido ao derretimento do gelo e figurando na lista de animais ameaçados de extinção. Mas tal preocupação não implica em mudanças de hábitos, atitudes e sacrifícios, pois não param de se alimentar de carne, poluir, gastar energia elétrica, água e estão sempre consumindo desenfreadamente, e tudo isso faz aumentar a temperatura do planeta e o derretimento do gelo.
O desmatamento intenso, a urbanização desordenada de áreas rurais e as conseqüentes mudanças climáticas decorrentes de todo o processo colaboram para que doenças como a febre amarela se alastrem não só no Brasil, mas também em um grande número de países em todo o mundo. A afirmação é do médico epidemiologista José Cássio de Moraes, da Santa Casa de São Paulo. O último relatório divulgado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) aponta crescimento não apenas do número de casos de febre amarela como também do número de países atingidos pela doença nos últimos 20 anos. "Toda essa mudança do ecossistema, o aquecimento global, chuvas intensas, calor, tudo isso é um facilitador de doenças por vetores", disse o Moraes. Ele destacou a grande preocupação mundial com o que tais mudanças podem representar de aumento desse tipo de doença. Segundo ele, a invasão de terras para a criação de trilhas ecológicas com fins comerciais, como é o caso de regiões em Goiás e também em Minas Gerais, provocam grandes alterações no ecossistema, que podem levar o mosquito haemagogus a substituir o macaco pelo homem. "Os macacos vivem nas copas das árvores. O ciclo se forma e se mantém restrito ali. Na hora em que as árvores são destruídas e surge a presença de um outro primata, o ser humano, esse haemagogus vai substituir o macaco pelo homem". www.ambientebrasil.com.br
A situação é tão grave que somos 6,5 bilhões de habitantes. Estamos crescendo e em pouco tempo seremos mais de 9 bilhões. Vai faltar água e comida para todos (hoje mais de 2 bilhões passam fome no mundo). Só no Brasil, há 200 milhões de bois para pouco mais de 188 milhões de habitantes. Como já disse, os bois comem e bebem muito mais que nós e poluem inúmeras vezes mais. Onde arrumaremos tanta terra para criar gado, além de água para sustentar todos os seres viventes? E terras para a produção de comida?
Quando, e se, passarmos a não criar mais bichos para comer, não precisaremos de grandes áreas desmatadas para a produção de grãos ou capim para alimentá-los. Em frente ao meu sítio, por exemplo, há uma fazenda e havia uma exuberante floresta. Hoje, grande parte dela deu lugar a capim para gado (capineira). Quantas bocas não seriam alimentadas usando este imenso espaço, caso a produção fosse destinada à alimentação humana?
Com tanta gente, precisaremos de mais alimentos. Não haverá tanta terra disponível para isso, pois precisaremos de muita para a produção de animais e para a produção de grãos para os animais, já que o rebanho cresce bem mais rápido que os humanos. Além disso, necessitaremos de terra para o plantio de vegetais para combustíveis para os motores. Logicamente que gastaremos mais água e eletricidade. Só que para gerar eletricidade precisaremos de água, pois uma das fontes é a hidrelétrica. Como estamos desmatando, não terá água em muitos rios. Como encher essas hidrelétricas? Não tem como. Como teremos mais eletricidade, com menos água e com a população aumentando? Não será possível também. A não ser que usemos a energia atômica, ainda muito insegura e que produz muito lixo altamente poluente. No final de 2007, mais um vazamento em uma usina na Rússia, mas que foi abafado para não causar pânico mundial.
Falam que os biocombustíveis, combustíveis para motores, obtidos a partir de vegetais, é a panacéia, a cura de todos os males do planeta e que o problema está, assim, resolvido. Mas não é bem isso que ocorre. Diversos governos não levam em conta as advertências de importantes cientistas de que alguns métodos de produção de biocombustíveis, que têm um impacto mais prejudicial sobre o meio ambiente que os combustíveis fósseis tradicionais. Entre os impactos negativos que identificam em seu relatório estão a energia usada no cultivo, a coleta, o transporte e o processamento das colheitas, a destruição de habitat naturais e das florestas tropicais, e o uso crescente de pesticidas e adubos. www.ambientebrasil.com.br
Na Amazônia os pilotos ficavam 5 a 6 dias sem poder sobrevoar a floresta, pois as chuvas não deixavam. Hoje, sobrevoam o local 5 a 6 vezes ao dia. Estão desmatando tanto que não há muitas chuvas. As árvores transpiram tanto (vapotranspiração) que formam rios aéreos, que chegam até no sudeste, centro-oeste e sul do País, além de chegarem a outros países, alimentando as nascentes desses locais. Só que sem as árvores faltarão chuvas em algumas épocas.
A água no planeta não vai diminuir, o que vai acontecer é a falta de água potável e nascentes. Vamos ter muitas chuvas de uma só vez, causando enchentes e mortes, e muitos períodos de secas. Já podemos nos preparar para isso. Em muitas regiões do planeta, tal fenômeno já ocorre com freqüência.
Quanto às doenças, vejamos algumas delas. A depressão, por exemplo. Há alguns estudos relacionando o consumo de carne à violência e à depressão (inclusive meu artigo, já citado anteriormente, que está ao final deste texto). Os animais passam toda a sua tristeza para a carne, ovos e leite. Nos matadouros a cena é grotesca e horrível – um mar de sangue e sofrimento. Enquanto matarmos os animais e vivermos do sangue alheio, não teremos paz.

"... o sangue derramado nas guerras da vida humana é o retorno de todo o sangue dos inocentes animais derramado nos modernos abatedouros capitalistas..." Anônimo

Câncer nem precisa falar. O que se come não é alimento nutritivo. Animal na natureza, comendo tudo cru, não tem essa proporção absurda de câncer. Só passa a ter quando vive com o homem. A carne, comprovadamente, proporciona diversos tipos de câncer. Isso é alimento? Temos o direito de torturar os animais para comer? Precisamos disso hoje em dia com tanta variedade de grãos, frutas e legumes?
Logicamente que o estilo de vida também dá câncer. Cigarros, bebidas e outras drogas são também responsáveis. Assim como comida industrializada, cheia de aromatizantes, conservantes e acidulantes. Mas o nosso estilo de vida só piorará, sem recursos naturais, com mais briga por água, preocupação com comida e com segurança. Dessa forma, haverá muito mais doenças em um futuro próximo.
“Descobriu-se que a grande ingestão de carne está associada a risco maior de câncer de cólon e câncer de próstata avançado e também que as dietas ricas em gordura tendem a ser mais ricas em calorias e contribuem para a obesidade, que por sua vez está associada a um risco maior de cânceres em vários locais, inclusive o cólon e o reto, o esôfago, a vesícula biliar, a mama (entre as mulheres na pós-menopausa), o endométrio, o pâncreas e o rim”, comenta a nutricionista e escritora Caroline Gergerot, autora do livro Câncer – o poder da alimentação na prevenção e tratamento. No livro é revelada uma série de estudos indicando que as dietas ricas em fibras são associadas a um efeito protetor de câncer e de cólon. Segundo a autora, milhões de cânceres em seres humanos poderiam ser evitados em todo o mundo com mudanças na dieta. Principalmente com relação aos métodos de cozimento de alta temperatura como grelhar, ferver, assar e defumar carnes. Muitas substâncias tóxicas são formadas durante a combustão do carbono e na pirólise de proteína. Revista dos Vegetarianos, ano 2, número 15.
Se alegarem que as plantas sentem dores, quer dizer que então se preocupam com as dores de outros seres? Se for assim, vocês são piores ainda, pois assassinam o animal, que ainda assassina o vegetal. Só aí são duas mortes. Como vocês também comem legumes, vegetais e cereais, mais mortes, além do que é preciso desmatar para plantação dessa comida, mas sem queimar a mata, que só degrada a terra. Somando já são quatro tipos de morte. Se somarmos as florestas e os seus habitantes dizimados pelo fogo para formação do pasto, teremos seis seqüências de extermínios. Dessa forma, o placar seria de 2 para os vegetarianos e 6 para os comedores de carne no quesito destruição. As plantas, na escala evolutiva, são as menos complexas e os sistemas mais simples, ficando abaixo só os minerais. Quando arrancamos um pé de alface, por exemplo, ele já tem completado o seu ciclo. Se ficar mais na terra só irá apodrecer, ao contrário dos animais que são mortos na infância ainda. É como se matássemos as crianças aos 5 anos, proporcionalmente falando. Lógico, para mim, que com as árvores já é diferente, pois são seres mais completos e complexos que reagem a diversos estímulos, inclusive música, carinho, conversa, medo de fogo e de corte. Então, quando se queimam milhares delas para dar lugar a pasto, o terror em mais seres vivos só aumenta. Como que vocês questionam a alimentação de um vegetariano, por exemplo, falando em morte? Estão preocupados com os vegetais, em defendê-los? Se estão surdos aos apelos, gritos de desespero e horror dos animais, que se assemelham aos humanos em muitos aspectos, como conseguem “ouvir” os gritos dos vegetais e legumes? Se não ligam para a dor dos animais não-humanos, como podem se preocupar com a dor dos vegetais? É incoerência, falta de argumentação ou provocação? Ou os três juntos?

“Enquanto os homens massacrarem os animais, vão se matar uns aos outros. Na verdade, ele (homem) que espalha a semente da morte e da dor não pode colher amor e alegria". Pitágoras

Pode-se dizer que tem gente que come carne e que não tem nada. Lógico, há exceções. Se for assim, podemos falar que fumar e beber é bom, pois o Oscar Niemayer (arquiteto famoso, que fez a Igreja da Pampulha, Brasília entre tantos outros projetos) tem quase 100 anos, fuma e bebe. No Japão a população diminuiu o consumo de soja e algas, passando a ter uma dieta igual a dos americanos. Resultado: nunca se teve tantos casos de câncer, depressão e osteoporose.
Falar que só o leite tem cálcio é pura propaganda. O leite possui nutrientes que não nos fazem bem. É um produto que tem água oxigenada, soda cáustica (permitidos em pequenas quantidades) e, às vezes, formol. É aquecido, recolhido o que não se vende, reaquecido muitas vezes, mudando a sua validade até que seja vendido. Isso é saúde, como dizem as propagandas e os médicos. Há muito vegetais de folhas verde-escuras que são mais benéficos do que o leite. Aliás, segundo pesquisas, muitos países que consomem laticínios são os que têm muita incidência de osteoporose. Como a indústria do leite é poderosíssima, não divulgam isso, é claro, e, sim, o contrário.
Um estudo do U. S. Department of Agricultura (Departamento de Agricultura dos EUA) revelou que a perda de cálcio dos ossos de mulheres veganas (que não consomem nenhum tipo de produto animal) e onívoras (que comem de tudo) é quase a mesma. Contudo, foi descoberto que as voluntárias veganas que fizeram parte do estudo formaram ossos novos significativamente mais rápido do que as outras voluntárias, embora o grupo de onívoro ingerisse quantidades maiores de cálcio. Relacionado ao cálcio, e tão essencial quanto ele, é a vitamina D, que ajuda na fixação do cálcio e na formação dos ossos. Um banho de sol de 20 minutos pela manhã, três vezes na semana, é a maneira mais fácil de se obter vitamina D. “Sabe-se que o excesso de laticínios e café inibem a absorção de ferro...” Revista dos Vegetarianos, ano 2, número 15.
Muitas crianças que abandonam o leite passam a ter menos doenças, como dores de ouvido e alergias. O homem é o único animal que ainda mama quando adulto e o pior é que o leite é extraído sob tortura de outros seres. A maioria da produção de leite é de vaca confinada e não solta em pastos. Como a população só aumenta e mais se consome, mais vacas terão que ser confinadas, torturadas e drogadas para aumentar a produção do leite. Aliás, o animal humano vive de explorar os animais não-humanos, já que não produz nada para consumo próprio, a exceção do leite materno, que é tomado somente na infância.
A mídia (imprensa) não divulga muita coisa, pois tudo é dinheiro. Um exemplo: aparece na detestável Globo tal doença. Na segunda-feira muitos estão nos consultórios reclamando da doença veiculada no Fantástico e ao chegar lá o remédio já está prontinho. É a indústria da doença e não da saúde. Os laboratórios compram os canais de tvs, os médicos, os governos. Muitas vezes fazem remédios para manter a dependência e não para curar algo. Muitos especialistas dizem apenas o que os laboratórios mandam. Lógico que há remédios que salvam muitas vidas, mas muitos são inócuos, são produzidos apenas para enriquecer os seus produtores.
O mesmo problema ocorre com os industrializados. À indústria, só interessa a venda e não se o produto é saudável. O Conar até já se manifestou contra muitas propagandas, que prometem muito e nada cumprem, em especial, as dirigidas às crianças. Quanto aos alimentos industrializados, a nutricionista e escritora Carolina Bergerot diz que “é visível o significativo aumento do consumo de produtos artificiais, produzidos com substâncias químicas que, embora muitas vezes saborosos, são vazios de nutrientes e não trazem nenhum benefício ao organismo, somente calorias. Paralelamente, temos uma incidência de câncer colorretal, crescente, e com maiores proporções no Ocidente, onde há um consumo mais elevado de alimentos prontos para consumo”. Ela ainda ressalta de que nada adianta a pessoa ser vegetariana, ou seja, retirar as carnes da alimentação, e até ovos, leites e laticínios, mas continuar atrás de produtos artificiais (balas, chicletes, refrigerantes, doces, excesso de frituras etc) com abusos de farináceos no lugar de vitaminas e minerais. Ainda segundo ela, “A nutrição é um componente importante não só na prevenção, como também no cuidado e tratamento de indivíduos com câncer avançado”. Revista dos Vegetarianos, ano 2, número 15.
Não são divulgados, como deveriam, os malefícios da carne e, por conseqüência, o estrago ao planeta, pois muitos dos donos de tvs são também fazendeiros. Certa feita um convidado da Ana Maria Braga (Globo) discorreu sobre as doenças provenientes das carnes e ela quase “bateu” no entrevistado e nem o deixou falar direito, pois ela é fazendeira, produtora de bois que serão assassinados. Um adendo: tudo é lei física, ação e reação. O que se faz, volta; o que se come nos transforma. Por ironia do destino, mas um acontecimento corriqueiro, a Ana teve câncer de colo retal, sendo um dos prováveis motivos a ingestão de gordura animal e uma dieta pobre em fibras. Presumo que ela fazia propaganda do seu produto, cadáveres, consumindo em grandes porções. Quanto à divulgação dos malefícios, não se fala muito abertamente, a não ser em alguns programas independentes e revistas que não recebem patrocínios poderosos dessas indústrias, salvo raríssimas exceções. Há muito dinheiro em jogo e não é levado em conta os danos para as gerações vindouras.
"Os homens que comem carne e tomam beberagens fortes têm todos um sangue azedo e adusto, que os torna loucos de mil maneiras diferentes. Sua principal demência se manifesta na fúria de derramar o sangue de seus irmãos e devastar terras férteis, para reinarem sobre cemitérios". Voltaire , A Princesa da Babilônia, Capítulo III
Mas, mesmo que de forma bem pequena e lutando contra gigantescas indústrias, algo começa a mudar. Na Record, SBT e algumas publicações, já tivemos alguns programas falando dos malefícios da carne para as pessoas e para o planeta, além de falarem da tortura pela qual passam os animais. É muito pouco pelo tamanho do estrago, pois muita coisa é acobertada pelos poderosos. Mas quem se interessar tem a internet, que não recebe tanta censura.
Até peixe dá câncer, pois o mar está contaminado, cheio de metais pesados, cancerígenos. Fora o esgoto industrial e caseiro. Ah!, lembrando-se de que peixes têm sistema nervoso e, por isso, sentem dores. Apenas não gritam tal e qual a um porco, por exemplo. Quando são pescados com anzol, os peixes sofrem profundamente a dor física daí resultante. Na pesca com anzol como na pesca com redes, ao serem repentinamente puxados de dentro de água para a superfície, os peixes sofrem com a descompressão feita com extrema rapidez e que se revela absolutamente dolorosa para estes animais. A comum morte por asfixia, depois de terem sido pescados, é das mortes mais cruéis que se registra na indústria alimentar e na sua exploração de animais, com os animais a agonizarem com a asfixia até que morram. Na aqüicultura, ou criação de peixes com fins alimentares, uma atividade recente e em expansão, um peixe de mais ou menos 80 centímetros de comprimento, como o salmão, pode ter apenas o espaço equivalente a uma banheira de água numa jaula no mar. Comportamentos anormais, ferimentos, deformidades, doenças, e altas taxas de mortalidade são os resultados disso. Cortar ovos ainda dentro das fêmeas e recolher esperma de machos são processos rotineiramente usados, implicando no tratamento cruel destes animais. Para prevenirem o salmão dominante de ser agressivo ou de comer salmões menores, os aqüicultores dividem os peixes por tamanho – uma experiência comprovadamente angustiante para estes animais. A infestação por piolhos do mar é um problema sério de bem-estar. O transporte de peixes jovens de água doce para jaulas no mar causa um stress considerável. Antes do abate, os peixes passam fome durante 7 a 10 dias, sendo que antes deste período foram alimentados com freqüência. Quando vão para o abate, as jaulas profundas são trazidas até à superfície e os salmões podem ter dificuldade em adaptar-se de forma suficientemente rápida à mudança de pressão, o que faz com que sofram tremendamente de stress e exaustão. No abate, os peixes estão bem conscientes enquanto estão sufocando-se ou são sangrados até à morte. fonte: www.animaisexcepcionais.org
Quanto aos agrotóxicos é verdade que os vegetais os contêm e também fazem mal. Mas temos que comer algo e se uma pessoa escolhe apenas comer folhas e legumes contaminados e uma outra opta por legumes contaminados, juntamente com a carne contaminada na mesma refeição, qual é o menos nefasto?
Uma pergunta: por que a carne não é azul nos açougues? Porque simplesmente usam conservantes em excesso, muitos dos quais cancerígenos e proibidos em diversos países. Um bicho que morreu há mais de 1 ano ainda é consumido. Isso é alimentação saudável? O peixe (e outros animais também) ao ser morto começa imediatamente a apodrecer. O cheiro que vocês falam que é fresco já é o cheiro de podre, pois começam a trabalhar na carne duas enzimas. Vejam o nome delas: cadaverina (cadáver) e putrecina (putrefação, podridão). São nomes científicos. Imaginem o que ocorre em abates clandestinos, sem refrigeração adequada e com um transporte bem precário?
Olhem nos olhos de um animal no corredor da morte, sentido o cheiro de sangue e ouvindo os berros aterrorizantes, o cheiro da morte e da carnificina de seus companheiros. A maioria seres que não passam de crianças, mas já estão gordos o bastante para serem assassinados, cheio de venenos e remédios. Muitos cheios de inseticidas/pesticidas. Os animais têm taquicardia, as órbitas dos olhos ficam inchadas para fora, boca seca e muitas outras alterações, da mesma forma que os bondosos e gentis seres humanos ao ficarem aterrorizados. Eles querem ou não viver? Mesmo torturados, como são em suas curtas vidas, não querem morrer. Nasceram para virar comida??? Onde está escrito isso? Deus apareceu para quem para falar tal disparate?

“Eu temo pela minha espécie quando penso que Deus é justo”. Thomas Jefferson

Se querem nos comparar ao leão que come carne, vamos viver igual a ele. Vamos pegar a comida com as nossas mãos, matar o animal com os nossos dentes e unhas. Vivamos sem luz elétrica, sem casa, sem confortos, enfim, no mato. Banho frio, hein? Comer cru, sangrando, e conservar a carne sem geladeira. O leão por ter um intestino mais curto, expele rapidamente a carne, que a ele não faz mal. Mas nós temos quase 9 metros de intestino e a carne leva cerca de 3 dias para sair. Então absorvemos todas as porcarias e toxinas, por isso ficamos doentes. O leão ainda dá oportunidade para a sua presa fugir, nós não. Já a aprisionamos quando ela nasce e nem andar, voar ou se mexer direito a deixamos. É só sofrimento.
Um fato importante é saber que o valor nutritivo de um alimento está também na sua digestibilidade pelo nosso organismo. A digestão da carne (principalmente a bovina) é muito lenta. Dependendo do metabolismo de cada um, pode se dar depois de 3 a 5 dias. Como será que fica essa carne em seu intestino depois desse tempo todo? Considerando-se o momento em que a pessoa ingere o alimento até sua eliminação, a velocidade ideal da digestão é de 10 a 12 horas. Porém, para a maioria das pessoas registra-se de 65 a 100 horas (3 a 5 dias após a ingestão do alimento). Há um fato curioso, do médico e professor Dorival Stockler. Ele conta que um dia uma senhora foi consultá-lo e, após examiná-la, ele lhe disse que seu problema número um era o intestino, que não se livrava satisfatoriamente dos dejetos. A mulher retrucou: “O senhor está enganado, meu intestino é um relógio”. Ela assim pensava porque evacuava diariamente na mesma hora. Então ele respondeu: “Concordo com a senhora, só que é um relógio estragado...” e para provar pediu que ela engolisse ½ xícara de sementes de mamão sem mastigar, marcasse o dia e a hora, observando diariamente suas evacuações para notar quando iriam sair as primeiras sementes. Para o espanto da intoxicada mulher, as primeiras sementes começaram a sair em suas fezes somente 18 dias depois da ingestão, e as últimas, após 25 dias. Experimente você também engolir ½ xícara de sementes de mamão e observe quando se efetuará sua eliminação. Assim você terá uma idéia do seu trânsito intestinal. www.desintoxicando.com.br/hidroco ...
Onde colho a minha alimentação posso levar as meninas, pois tem um delicioso cheiro, cores e formas. Posso falar de todo esse processo de produção, desde a semente até a colheita. E onde vocês adquirem as suas, posso levá-las tranqüilamente? O que elas verão lá? Sofrimento, terror, sangue, urros, berros, violência e doenças.

"Os animais são os únicos seres realmente inocentes que são condenados à prisão perpétua, sessões de tortura e a pena de morte". Anônimo

Posso falar das delícias da minha alimentação, mas quando falo das suas comidas e como é obtida, censuram-me, dizem que sou radical. Mas eu não mato mais, quem mata são vocês. Apenas narro o que vocês fazem diariamente. Se não é recomendável, por que não param de fazer o que não se pode divulgar para as minhas filhas e para os outros e, tampouco, ouvir sem se assustar? E eu sou o radical? Quem financia essa indústria criminosa, sanguinária, torturante e crudelíssima é tão culpado quanto os criadores dos animais e os matadores profissionais. Podem negar, pois, assim, quem sabe?, dormirão melhor, não?
"Você (...) sente fome pelas criaturas doces e gentis que não ferem ninguém, que o seguem, o servem, e que são devoradas por você como recompensa de seus serviços". Jean-Jacques Rousseau , Emile.
A criação de galinhas é um terror. Elas ficam umas em cima das outras, evacuando, em uma jaula diminuta, bicando suas colegas por causa do estresse e matando-se também. Ficam se equilibrando nos fios de arame, pois não há como pisar normalmente e a gaiola é inclinada para trás, para que os ovos caiam direto nas rampas. Algumas ficam tão deformadas que são descartadas vivas, jogadas dentro de caçambas, umas sobre as outras. Ou tornam-se ração para as próprias galinhas. Por causa desse canibalismo é que surgem doenças como a gripe aviária, que já matou muitos no mundo inteiro. O cheiro é tão ruim e forte que os trabalhadores têm que entrar lá com máscaras. O ambiente é só de doenças e isso passa para as galinhas, que têm que tomar antibióticos, hormônios e anabolizantes para crescerem.
São mortas entre 35 a 45 dias e têm o bico cortado com gilete ou queimado duas vezes durante sua curtíssima vida, para que não matem as companheiras e nem escolham a ração para comer. Aliás, é o único direito delas, comer, já que há luzes acesas por cerca de 20 horas para que os animais fiquem acordados e comendo. Quando vão ser assassinadas, nas gaiolas para transporte que cabem 3, enfiam 8, quebrando pescoços, dedos, pernas, asas etc. São jogadas na água eletrificada, depois na água quente e fatiadas ainda piscando os olhos, mexendo-se ainda. Muitas acabam de serem mortas com pisadas ou jogadas contra as paredes.
Os pintinhos ao nascerem já são batizados com formol, para ficarem amarelinhos. Os machos (por não botarem ovos) e os mais fracos são jogados em trituradores gigantes, virando caldo de galinha, contendo fezes, penas, ossos e cartilagens. Sem falar nos que são transformados em ração para a própria mãe. Se fosse feito isso com os humanos, a Gabriela, minha filhinha portadora de síndrome de down, seria uma das assassinadas logo ao nascer, pois é, teoricamente, mais fraquinha em alguns aspectos do que os outros nenéns e, preconceituosamente, anormal para muitos. Mostrando em que se transformaram os bichos, quando há excesso na produção, os mais debilitados são simplesmente descartados em caçambas ou sacos de lixo, com um sufocando o outro.
Se vocês também não sabem, a maioria dos frangos tem coliformes fecais, são contaminados e recebem injeção de salmora, para se conservar um pouco mais e tirar o malcheiro. Há muitos frangos fedorentos sendo vendidos, como estava a carne de porco que meus pais e meu sogro comeram em minha casa, na última vez que nela estiveram, cujos pedaços o meu sogro nem quis comer à noite, de tão repugnantes e malcheirosos estavam.
Os porcos, coitados, deram azar de ter a sua carne apreciada pelos humanos e por engordarem muito rápidos. Crescem em cercados que não lhe permitem nem virar o corpo e quase sempre deitados. Vão apanhando para o abatedouro, em pânico nos corredores, tomando choque e são fatiados ainda vivos, de tão rápido que tem que ser o serviço, não dando tempo de matá-los.
Bois têm as gargantas cortadas, onde se retiram partes do seu sistema digestivo e ficam sofrendo dores atrozes, vivos. Após, são dependurados pelas patas, sangrando até alguns morrerem. Outros têm as suas peles retiradas ainda vivos. Na maioria dos “abates”, clandestinos, tomam porretadas que lhes quebram olhos, focinhos, dentes, orelhas, até cair. Depois recebem a facada uma, duas, dez, vinte vezes, no peito, no coração, até sangrar de morte.
O mais degradante é que esses pobres e sofredores animais viram fezes por duas vezes: ao serem expelidos em forma de bolo fecal pelo bondoso e gentil ser humano e ao serem transformados em lingüiça, pois são enclausurados em suas próprias tripas e o que passa pelas tripas são as fezes.
A vaca, que na natureza vive 25 a 30 anos e produz em média 5 litros de leite, virou máquina. Fica em um cercado, sem tomar sol ou vento. Estuprada, para ficar grávida e sempre produzir leite, é ordenhada com máquinas. Sofre, sofre, sofre. Tem mastite, prolapso, inflamação dos úberes (tetas), que chegam a se arrastar no chão – sente dores terríveis - e fica muito doente, inclusive com depressão (não é só o homem que tem isso), tomando antibióticos. Como vão gastar muito com remédios, as secretarias de saúde estão permitindo que o leite venha contaminado com algumas bactérias, para não ficar muito caro para o produtor. Toma ainda anabolizantes e hormônios para produzirem 50 LITROS AO DIA. Em 3 anos, esgotada e doente, vai ser assassinada. Por isso é que há mais sofrimento em um copo de leite do que em uma porção de carne. E quase ninguém sabe disso, pois tem a idéia da vaquinha solta, feliz, doando o seu leite por prazer. Estamos é roubando o leite do seu bezerro.
O fruto do seu sofrimento é o seu bezerrinho, que é retirado da mãe com 3 a 4 dias, levado para um lugar escuro, amarrado pelo pescoço para não andar. Fica em cima de um estrado, cheio de dejetos, equilibrando-se para não cair, tomando leite pobre para ficar anêmico. Até a água é desmineralizada. Assim, a carne fica macia, sem músculos e branquinha. Em 3 meses, o pobre coitado pesa 200 kgs a poder de anabolizantes, hormônios e toma muito antibiótico, pois vive doente e triste. Ao final desse tempo, não sabe andar, é cego (por viver na escuridão) e vai apanhando para entrar no caminhão de transporte para ser assassinado, pois os sensíveis trabalhadores do frigorífico não vão carregá-lo. É o baby beef, o vitelo, carne caríssima e fruto de tortura da poderosíssima indústria do leite.
"Quanto mais o homem simplifica a sua alimentação e se afasta do regime carnívoro, mais sábia é a sua mente". George Bernard Shaw
Vejam uma notícia interessante: Antibióticos no leite cru... só faltava essa.A oferta de alimentos em larga escala cobra preços a sua qualidade já conhecidos pela maioria das pessoas bem informadas – e não por outra razão as produções mais artesanais e orgânicas crescem a olhos vistos. Agora, a Agência Notisa – especializada em notícias da área de saúde – traz à luz mais um estudo de resultados preocupantes, este de autoria do pesquisador Luis Augusto Nero e equipe, da Universidade Federal de Viçosa. Eles coletaram 210 amostras de leite cru em propriedades leiteiras de quatro estados do Brasil - nas regiões de Viçosa (MG), Pelotas (RS), Londrina (PR) e Botucatu (SP). No trabalho, os especialistas detectaram resíduos de antibióticos em 11,4% das amostras, sendo 20,6% da região de Londrina, 8,0% da região de Botucatu, 8,5% da região de Viçosa, e 6,0% da região de Pelotas. Segundo eles, os resultados sugerem problemas em relação à utilização de antibióticos em animais em lactação, indicando não obediência ao período de carência dos medicamentos.
E os riscos dessa negligência são claros. Conforme o artigo em que os pesquisadores registraram o estudo, "a presença de resíduos de antibióticos em leite pode causar vários efeitos indesejáveis, como seleção de cepas bacterianas resistentes, no ambiente e no consumidor, hipersensibilidade e possível choque anafilático em indivíduos alérgicos a essas substâncias, desequilíbrio da flora intestinal, além de efeito teratogênico. Além disso, pequenas quantidades de antibióticos determinam resistência crônica de microrganismos presentes no trato intestinal humano".
Quanto aos bois, têm suas bolas retiradas sem anestesia, são marcados com ferro em brasa e têm os seus chifres arrancados com alicates ou queimados com maçarico, tudo sem anestesia. Legal, não?
O cavalo, após trabalhar a vida toda, já fraco, quando deveria ter uma aposentadoria digna, é vendido para matadouros, fica mais de 12 horas sem água, suando para tirar o cheiro ruim da carne, toma uma porretada na cabeça e tem as 4 patas cortadas. Fica sofrendo horrores, suando, para, finalmente, eliminar o gosto ruim da sua carne. Depois é pendurado de cabeça para baixo, para acabar de sangrar e retirado a sua pele, muitas vezes, vivo. Com a sua carne fazem salames, mortadelas e é misturada à carne de boi, pois é bem mais barata e o gosto é o mesmo. Ninguém percebe e come feliz.
Há um remédio cujo nome é "Premarin", que é formado de compostos estrogênicos derivados da urina de éguas prenhes. Para obter o estrógeno de éguas, elas são inseminadas artificialmente e forçadas a passar os 11 meses de gravidez em baias tão pequenas que elas não conseguem se virar. Se tentarem se deitar, a sua cabeça é jogada para cima por correntes de cabresto. Longas filas de éguas prenhes ficam de pé, acorrentadas e amarradas a currais de concreto e aço, como fileiras de escravos condenados às galés. Elas se arrastam incomodamente sobre os cascos. Uma expressão de desamparo enche-lhes os olhos quando fixam o olhar. Têm o pêlo baço, as orelhas abaixadas – sinais evidentes de sua penúria. Muitas se ferem, têm as pernas inchadas ou acabam aleijadas por ficarem de pé, meses a fio, nessas minúsculas baias de concreto. As éguas são mantidas constantemente com sede. Negam-lhes água para que sua urina fique densa. Se lhes fosse permitido beber a quantidade necessária de água a um cavalo normal, isso diluiria demais o seu estrógeno. Uma bolsa "urinária" de borracha, com um aspecto medieval, e arreios são amarrados à vagina das éguas por meias elásticas, presos em torno dos seus flancos e que passam por uma roldana fixa no teto, causando ferimentos que ficam expostos e não são tratados. A maior parte das éguas desenvolve infecções dolorosas no trato urinário devido a essas cruéis condições. Esse tratamento é vitalício, durando apenas enquanto elas forem capazes de parir. Assim que não conseguem mais ficar prenhes, as éguas são mortas e sua carne é aproveitada – como acontece com a maioria de suas crias indesejadas – o que é a recompensa por gerarem lucro de bilhões de dólares com os medicamentos à base de estrógeno prescritos para mulheres inconscientes. Seus filhotes são mortos para servir de ração ou comida para os humanos. Existem inúmeras alternativas sem crueldade, à base de ervas naturais ou sintéticas, para o Premarin. Dezenas de milhares de mulheres vêm usando essas alternativas para tratar os sintomas da menopausa com sucesso – e compaixão.
Por que será que os antibióticos não estão mais tão atuantes? Possivelmente, de tanto os ingerirmos diariamente, através de carne, ovos e leite. Por que nossa geração está mais alta do que a geração anterior? Possivelmente, hormônios e anabolizantes em demasia, dados aos animais.
Patos são presos em cubículos e têm um funil enfiado nas suas gargantas para que soquem comida goela abaixo. Enfiam o equivalente para nós a 12 kgs de macarrão e ainda colocam uma argola para que eles não vomitem (regurgitem). Tem os fígados inchados e, de tanta dor, não conseguem nem andar. Imagine uma dor de fígado. E ele só dói quando está muito estragado e doente. Muitos patos são atacados por ratos, perdendo partes do corpo, como bunda, olhos, pés, já que de tantas dores e fracos não conseguem se defender. Sofrem horrores e após 3, 4 meses são mortos. É o famoso foie gras, comida caríssima, que nada mais é do que o fígado inflamado de um animal torturado. E só os patos machos agüentam tanta tortura. As fêmeas são colocadas em sacolas plásticas e atiradas em tanques com água fervente. As que ousarem sobreviver a tão elevada tortura têm as suas cabeças esmagadas junto à borda do próprio tanque de água.
Para se fazer um travesseiro, simplesmente arrancam as penas dos bichos (patos, gansos, marrecos), sem que tenham qualquer pena deles (a não ser as que serão usadas nos travesseiros), sem se importarem com as suas dores.
Somos tão legais com os animais que até o corante vermelho de muitos iogurtes é obtido à custa deles: geralmente, nos de morango, são usados os besouros cochonillas esmagados, que produzem a cor carmim.
Muitas lingüiças e salsichas são feitas, também, com pedaços de bichos doentes, partes inflamadas, pois os produtores não perdem nada. Tudo tem que virar dinheiro. E nem divulgam, logicamente. Tanto é que não se pode filmar livremente o que ocorre e as imagens que existem, em sua grande maioria, são clandestinas. Política e lingüiça, se soubéssemos como são feitas, não participaríamos mais disso. É muita sujeira.
E os nuggets?, muitos fabricados com partes menos nobres dos animais, batidos juntamente com o seu próprio sangue no liquidificador, tendo um clarificador e um outro químico, para ficarem claros e crocantes. Delícia, não é mesmo?
Por comermos carne aceitamos como normal matar para fazer casacos de peles, confeccionados com requintes de crueldade. Os bichos são jogados no chão até sangrarem, têm as suas patas cortadas e ficam sofrendo até morrerem, para que modelos famosas desfilem com esses casacos e que os ricos possam usá-los. Na China fazem isso com cães e gatos, aos montes. A maioria dos animais tem as suas peles retiradas quando ainda estão vivos e são, após, descartados. Uma pessoa que muito contribui com isso é a brasileira Gisele Bündchen, que a despeito de inúmeros pedidos continua a desfilar usando pele. Como alegação, diz que se o estilista a pede para desfilar com uma roupa de pele, ela simplesmente desfila, enquanto engorda a sua conta com mais alguns milhões. Com esse dinheiro, obtido à custa de sofrimento de criaturas inocentes, sua consciência é aplacada (se ela realmente tiver alguma coisa sensível dentro de sua caixa craniana).

Lamartine - Entre a brutalidade para com o animal e a crueldade para com o homem, há uma só diferença: a vítima.

Em muitos restaurantes do oriente, o cliente escolhe qual gato ou cão quer comer e o mesmo é levado para a cozinha, enquanto os comensais ficam esperando bebendo, sorrindo e se divertindo. Primeiramente, o pobre animal é jogado em uma panela de água fervente, vivo, onde aguarda alguns segundos. Depois é retirado, sentindo dores horríveis, e tem a sua pele arrancada. É mantido vivo mais algum tempo para só então ser morto. Tem que sofrer bastante para produzir adrenalina. Assim, o cadáver torturado ficará bem mais palatável.
No circo todos acham bonitinho o elefante, o urso, o tigre. Mas o que apanharam para serem treinados ninguém sabe. Geralmente, os ursos são capturados ainda filhotes e têm os pais mortos na sua frente
Os seguintes usuário(s) disseram Obrigado: pedroewbank

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Re: Meio Ambiente X Vegetarianismo 12 anos 2 meses atrás #1563

"Hare Krishnas" bebem leite por cultura. Mas não são todos.
Eles consomem somente o leite proveniente das vacas que eles criam.
Elas são consideradas uma segunda mãe, pois é a única mãe que dá o leite pro seu filhote e pros outros tambem.
Não existe exploração nem nada do gênero, pelo contrário, são tratadas como membros da família

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