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Você se considera um Vegano? Tem certeza? 5 anos 3 meses atrás #6672

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Olá,

gilles.vieira, entendo seu ponto mas, sinceramente, não consigo ver coerência nele. Por exemplo, você diz que as pessoas lhe criticam por consumir um produto da Unilever (que, segundo você, é sabidamente uma empresa que faz testes em não-humanos); me parece que você acredita que consumir produtos de uma empresa que testa em não-humanos é uma atitude condenável, certo? Se sim, não entendo qual o problema em ser criticado - você poderia me explicar?
Depois você aponta que essas mesmas pessoas que te criticam por consumir produtos da Unilever desconhecem que alguns produtos utilizam gelatina: revelação de fotografias, cápsulas de remédios, fósforos e lixas; vamos por partes, então.
Primeiro, até onde sei, a gelatina não é utilizada na revelação de fotos, mas sim na emulsão fotográfica do filme, junto com os sais de nitrato de prata - mas acredito que isso não faz tanta diferença na questão. De qualquer forma, as fotografias digitais não utilizam ingredientes de origem animal, pois não utilizam filme nem revelação propriamente dita, apenas uma impressão. Acredito que o ato de fotografar seja equivalente, em termos de "relevância", ao de consumir algo gostoso, então me parece que sua comparação faz sentido aqui. No entanto, a partir do momento que você já sabe que a Unilever é uma empresa a ser evitada, o que te levaria a continuar consumindo? O fato de outras pessoas utilizarem filmes fotográficos com gelatina?
Segundo, em relação aos remédios. Aqui, acho que a comparação é um pouco injusta, pois comparar o consumo de algo gostoso com o uso de remédios é fora de proporção - claro, dependendo da motivação do remédio, mas vou supor algo "médio" (nem a pessoa que se automedica por qualquer razão nem a pessoa que morrerá se não tomar o remédio - uma pessoa com uma inflamação seria um bom exemplo). No entanto, não é toda cápsula de remédio que utiliza gelatina, e pela minha experiência pessoal a maioria dos remédios "comuns" (como eu disse, sem situações extremas) podem ser feitos em farmácias de manipulação, pedindo cápsulas vegetais e sem o excipiente qsp (o "amido", que geralmente contém lactose), por um preço menor do que os remédios "de marca". Assim, se você estiver buscando ajudar a minimizar a exploração aos não-humanos, não acha que criticar alguém por utilizar remédios com componentes animais pode ajudar nisso? Por exemplo, uma pessoa comprou um antinflamatório, cuja fórmula apresenta lactose, mas ao criticá-la ela pode repensar isso e pesquisar formas de se medicar sem exploração não-humana, concorda? Eu, por exemplo, que estou te criticando, te apresentei uma forma de fazê-lo.
Terceiro, vou pegar a lixa e o fósforo como uma coisa só, pois são semelhantes. Posso te garantir que não é toda lixa que utiliza gelatina, mas não sei dizer isso em relação ao fósforo - mas, para trabalhar nosso exemplo, vamos supor que necessariamente toda lixa e todo fósforo utilizem gelatina. Acredito que uma minoria de pessoas conhecesse esse fato - você concorda? Então, ao fazer uma crítica consistente, você deverá apresentar o fato à pessoa, que a partir de então poderá atuar com mais consciência a respeito - seja escolhendo continuar a utilizar os itens ou não. E, nesse casos, as soluções são simples: para fósforos, isqueiros e acendedores em geral; para lixas, lixas de metal. Sendo soluções tão simples, a própria crítica já poderia apontá-las, você não concorda?
Depois você conclui que "se você consome de uma empresa que faz testes ou não em animais, o importante é que você não consuma aquele produto que deriva deste tipo de atrocidade, se todos pensassem assim, estas mercadorias iriam ficar escassas, até sumirem de vez". Essa é a lógica do boicote, que eu concordo muito e tento aplicar cotidianamente. Mas, como me parece que você é uma pessoa que desaprova a existência de empresas que fazem testes em animais, não entendo como não consegue ver que o boicote tem que se estender às empresas também; afinal, se todxs boicotassem as empresas que testam em animais, essas empresas iriam ficar escassas, até sumirem de vez, você não concorda? Segundo você, veganismo é buscar fazer com que situações de exploração animal se tornem cada vez menos frequente; dentro dessa perspectiva, o boicote à empresa não é mais eficiente estrategicamente do que o boicote ao produto?
Para mim, com toda a sinceridade e carinho, você está mais preocupado em ter que parar de consumir algo que considera gostoso do que em seguir os princípios que afirma defender - e isso, na minha opinião de merda, é criticável.

=]

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Você se considera um Vegano? Tem certeza? 5 anos 3 meses atrás #6673

Oi marcuscomu, acho que você entendeu meu ponto de vista de maneira errada, o intuito dos meus comentários era justamente o contrário, extinguir as críticas (palavra que você utilizou bastante em seu texto) principalmente entre nós, adeptos vegetarianos (seja, ovo-lacto, lacto, vegano, etc.). De qualquer maneira toda opinião é sempre bem-vida, afinal de contas isto aqui é um fórum de discussões! B)

Vamos as respostas:

me parece que você acredita que consumir produtos de uma empresa que testa em não-humanos é uma atitude condenável, certo? Se sim, não entendo qual o problema em ser criticado - você poderia me explicar?


Sim, em minha opinião é condenável consumir produtos de uma empresa que testa em não-humanos. Não vejo problema nenhum em ser criticado, vejo problema em ser criticado por uma pessoa que julga ser Vegana e que na verdade, não é, tendo inclusive atitudes que não diferenciam das minhas, tratando-se do assunto de exploração de animais.

No entanto, a partir do momento que você já sabe que a Unilever é uma empresa a ser evitada, o que te levaria a continuar consumindo?


Acredito que o princípio do vegetarianismo é único: buscar a não exploração dos animais. Porém, cada indivíduo age da maneira que seja mais adequada ao seu estilo de vida ou dentro de suas possibilidades, que no meu caso são essas: não consumir um produto derivado de exploração animal, independente da empresa apoiar ou não sua prática.

Já vivi um estilo de vida vegano durante 10 meses e para mim não foi uma experiência muito boa. Tive que restringir bastante minha alimentação, não comia feijão no almoço, pois ele era cozido com carnes. Cortei diversos produtos, pois seus fabricantes eram adeptos de exploração animal. Simplesmente não estava me alimentando adequadamente, pois não tinha opções e por isso adotei outro estilo de vida, procurando melhorar a cada dia, sempre buscando o princípio do vegetarianismo.

Assim, se você estiver buscando ajudar a minimizar a exploração aos não-humanos, não acha que criticar alguém por utilizar remédios com componentes animais pode ajudar nisso? Por exemplo, uma pessoa comprou um antinflamatório, cuja fórmula apresenta lactose, mas ao criticá-la ela pode repensar isso e pesquisar formas de se medicar sem exploração não-humana, concorda? Eu, por exemplo, que estou te criticando, te apresentei uma forma de fazê-lo.


É isso! Neste trecho você chegou ao ponto do meu pensamento, devemos nos unir, opinar, discutir, apresentar alternativas e dicas, mas jamais criticar de forma agressiva, esta é a minha crença para quem busca um ideal perfeito do vegetarianismo.

Terceiro, vou pegar a lixa e o fósforo como uma coisa só, pois são semelhantes. Posso te garantir que não é toda lixa que utiliza gelatina, mas não sei dizer isso em relação ao fósforo - mas, para trabalhar nosso exemplo, vamos supor que necessariamente toda lixa e todo fósforo utilizem gelatina. Acredito que uma minoria de pessoas conhecesse esse fato - você concorda? Então, ao fazer uma crítica consistente, você deverá apresentar o fato à pessoa, que a partir de então poderá atuar com mais consciência a respeito - seja escolhendo continuar a utilizar os itens ou não. E, nesse casos, as soluções são simples: para fósforos, isqueiros e acendedores em geral; para lixas, lixas de metal. Sendo soluções tão simples, a própria crítica já poderia apontá-las, você não concorda?


Concordo! A resposta é a mesma da questão abordada anteriormente.

Essa é a lógica do boicote, que eu concordo muito e tento aplicar cotidianamente. Mas, como me parece que você é uma pessoa que desaprova a existência de empresas que fazem testes em animais, não entendo como não consegue ver que o boicote tem que se estender às empresas também; afinal, se todxs boicotassem as empresas que testam em animais, essas empresas iriam ficar escassas, até sumirem de vez, você não concorda? Segundo você, veganismo é buscar fazer com que situações de exploração animal se tornem cada vez menos frequente; dentro dessa perspectiva, o boicote à empresa não é mais eficiente estrategicamente do que o boicote ao produto?


Concordo parcialmente. Como afirmei anteriormente, meu cotidiano não permite que eu tenha um estilo de vida deste tipo. Admiro quem, assim como você, consegue tê-lo. Acho fundamental esta atitude para o processo de elevação no grau de vegetariano para um indivíduo. Porém não creio que eu possa ser classificado como não-vegetariano somente porque ainda consumo produtos de empresas que testam em animais, pois posso estar caminhando ainda para esta etapa do processo.

O boicote da empresa é mais eficiente estrategicamente sim, porém não são todos que estão dispostos ou podem aderir à esta ação.

Para mim, com toda a sinceridade e carinho, você está mais preocupado em ter que parar de consumir algo que considera gostoso do que em seguir os princípios que afirma defender - e isso, na minha opinião de merda, é criticável.


Concluindo: me desculpe se transpareci esta atitude, mas não foi minha intenção. Gostaria muitooo de me tornar vegano, poder boicotar as empresas adeptas de testes em animais assim como você, mas simplesmente não posso. Trabalho numa empresa localizada dentro de um distrito industrial, que por sua vez, não tem restaurantes, shoppings ou nada do tipo ao seu redor e por este motivo, serve as refeições em restaurante próprio. Só me restam duas opções: comer ou não comer. No início ainda tentei não almoçar, mas estava levando um estilo alimentar impróprio, pois ficava o dia todo sem me alimentar para jantar adequadamente em casa. Tive problemas no estômago e fui obrigado a cessar esta rotina.

A propósito aceito opiniões e alternativas que possam me ajudar a superar isto!

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Você se considera um Vegano? Tem certeza? 5 anos 3 meses atrás #6676

Eu me considero vegano, mas acho que o veganismo 100% não existe.
O simples ato de dar partida em um automóvel, já estamos causando a morte de muitos animais ( A indústria do petróleo e do aço causam destruição de muitos biomas e ecossistemas ).

O simples fato de usarmos um objeto de plástico já estamos contribuindo de forma indireta com a morte de muitos animais.

Enfim, o veganismo é uma busca eterna...

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Você se considera um Vegano? Tem certeza? 5 anos 3 meses atrás #6678

Lúcioabrantes escreveu: Eu me considero vegano, mas acho que o veganismo 100% não existe.
O simples ato de dar partida em um automóvel, já estamos causando a morte de muitos animais ( A indústria do petróleo e do aço causam destruição de muitos biomas e ecossistemas ).

O simples fato de usarmos um objeto de plástico já estamos contribuindo de forma indireta com a morte de muitos animais.

Enfim, o veganismo é uma busca eterna...


Perfeita sua colocação, também creio nisso, acredito que tenha muitos fatores envolvidos em nosso cotidiano que causam este tipo de atrocidade.

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Você se considera um Vegano? Tem certeza? 5 anos 3 meses atrás #6683

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Olá,

Lúcioabrantes, entendo o que você diz e concordo com a qualidade do argumento, mas não com a conclusão a que você chega. Como você coloca muito bem, é absurdamente difícil abster-se de compartilhar da exploração não-humana em nossa civilização - ao inserir-se no meio urbano, eu arriscaria dizer que fica impossível. Mas você acredita que as pessoas que propõem o veganismo estão dizendo "sei que isso é impossível, mas estou propondo mesmo assim"? Dificilmente pode-se pensar assim, acredito, e na minha experiência nunca vi algo semelhante - pelo contrário, vejo muitas pessoas se esforçando para mostrar que o veganismo é uma postura possível sem muitos sacrifícios. Assim, acredito que é contraproducente alimentar essa quimera de "X% vegan", pois me parece que "vegan" é algo que você é ou não é, não existem uma tabela ou algo assim que diga qual pocentagem de veganismo a pessoa atingiu.
Por exemplo: as pessoas que lutavam pelo fim da escravidão tinham que se locomover por estradas abertas por escravos; isso fazia delas 90% abolicionistas? Acredito que não, você concorda? E ter consciência de que ainda tinham que usar coisas derivadas da escravidão não as fazia dizer "às favas com tudo isso, não se pode ser 100% abolicionista!", simplesmente porque a ideia não faria sentido.

=]

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Você se considera um Vegano? Tem certeza? 5 anos 3 meses atrás #6684

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Olá,

gilles.vieira, primeiramente agradeço a atenção em responder - acredito que estamos desenvolvendo um diálogo produtivo aqui. Em segundo lugar, sim, talvez eu tenha entendido de maneira errada aquilo que você quis expressar; no entanto, discordo de que as críticas devam ser extintas - na verdade acredito no oposto, de que elas devem ser alimentadas.
Você diz "Não vejo problema nenhum em ser criticado, vejo problema em ser criticado por uma pessoa que julga ser Vegana e que na verdade, não é"; primeiramente, seria interessante discutirmos o conceito de veganismo, do que é ser vegan e do que não é - já esboçei meu ponto de vista na resposta anterior ao Lúcioabrantes, se você puder fazer a gentileza de ler e comentar a respeito, poderia ajudar. Apesar disso, ainda não consigo concordar com a sua postura, pois se baseia em argumentação ad hominem, ou seja, você avalia o mérito da crítica a partir de quem a faz, não a partir da coerência do argumento, e isso, na minha opinião de merda, é falacioso. Você entende o que estou dizendo?
Discordo da sua afirmação "o princípio do vegetarianismo é único: buscar a não exploração dos animais", principalmente quando ligada às conclusões que você apresenta. Pode parecer uma questão "técnica" (e talvez seja), mas, para mim, não existe um "vegetarianismo" - existe uma dieta vegetariana e existe o veganismo. Quem busca o fim da exploração não-humana deveria estar prontx, no mínimo, a lutar por isso - e parece que concordamos que o boicote é uma boa forma de fazê-lo (embora eu considere-a insuficiente). Então se o estilo de vida de alguém impossibilita a ação dessa pessoa contra a exploração animal, isso só pode significar que o estilo de vida dessa pessoa é, para ela, mais relevante do que o fim da exploração animal - você concorda? Alterar um estilo de vida é um processo, que para algumas pessoas pode indicar esforços maiores do que para outras, mas todo processo indica inequivocamente "movimento"; dessa perspectiva, existe uma grande diferença entre as posturas "estou parando de dar dinheiro para empresas que exploram não-humanos, até o momento de não lhes dar mais nenhum dinheiro" e "continuo dando dinheiro às empresas que exploram não-humanos, e não pretendo parar de lhes dar dinheiro" - você percebe essa diferença? Óbvio que o ideal é que o boicote fosse geral e imediato, mas não poder fazê-lo de uma vez não implica que não devemos fazê-lo nunca; e, como você mesmo aponta e não é difícil conseguir exemplos, é muito possível parar de consumir produtos da unilever já na próxima compra, por exemplo.
Você consegue perceber que existe uma diferença muito significativa entre "criticar" e "criticar de forma agressiva"? Até mesmo o que é agressividade pode variar de entendimento de pessoa para pessoa, você concorda? No entanto, somente nessa sua última resposta você falou em "crítica agressiva", em todos os momentos anteriores você falava simplesmente em "extinguir a crítica".
Espero que não pareça apenas uma questão de termos, mas realmente não acredito que existam "graus de vegetariano" como você afirmou - para mim, ou você é vegetariano ou você não é. Na minha opinião de merda, vegetariana é a pessoa que não consome nenhum produto de origem animal (incluídos aí leites, queijos, ovos, carnes, gelatina); assim, comete um erro conceitual quem diz "sou vegetariano mas como peixe" (seria só alguém que não come certos tipo de carne), "sou vegetariano mas não sou radical, pois bebo leite" (seria alguém lacto-vegetariano), "sou vegetariano mas como ovos de galinhas caipiras" (seria alguém ovo-vegetariano) etc. Vegan seria a pessoa que, acreditando na libertação animal, estende esse princípio para além da alimentação: não usa produtos de empresas que testam em animais, não utiliza partes de animais para se vestir, não domestica animais nem vai a espetáculos que utilizem não-humanos.
Você afirma que seu cotidiano não permite que você adote o boicote às empresas que testam em não-humanos, e eu estou muito curioso para entender que cotidiano é esse - você poderia ilustrar a situação? Você chegou a falar da sua situação laboral, de trabalhar "numa empresa localizada dentro de um distrito industrial, que por sua vez, não tem restaurantes, shoppings ou nada do tipo ao seu redor e por este motivo, serve as refeições em restaurante próprio" e dizendo que, dentro dessa cenário, só "restam duas opções: comer ou não comer" - não existe a opção de levar a comida de casa, por exemplo? Por vezes somos obrigadxs a ver as coisas de forma binária, mas a realidade muito dificilmente se apresenta dessa forma, não acha? E, no entanto, no início desse tópico você afirmou que consome produtos da Unilever, a bebida "Ades" - isso tambpem acontece apenas no seu trabalho? Não existe a opção de beber água? (desculpe a aparência de recurso irônico, afirmo que não o é, apenas quis evidenciar meu ponto).
Você apontou sua tentativa de manter "um estilo de vida vegano" por 10 meses e relacionou a isso uma alimentaão inadequada; sinceramente, não consigo entender o motivo, pois eu não compro nada de origem animal há bastante tempo, boicotando também as empresas que testam seus produtos em animais, e não tive problemas alimentares por conta disso. Todas as vezes que fui à nutricionista só havia um problema: a vitamina B12, segundo a própria nutricionista, somente porque eu não suplementava - tanto que atualmente faço a suplementação e meus níveis subiram (embora eu tenha que fazer outros exames, pois a nutricionista desconfia de doença celíaca atrapalhando a minha absorção de B12). No entanto, uma pessoa que morava comigo e comia basicamente a mesma coisa que eu estava com os níveis de B12 excelentes (na verdade, um dos exames dela deu "superdosagem"), e temos um amigo que foi adepto da dieta 80/10/10 (em resumo, ele se alimentava apenas de frutas, folhas e "castanhas", tudo crú - o almoço do cara eram 20 bananas!) e seus níveis de B12 também estavam sempre bons.
Talvez eu realmente possa te dar alguns conselhos e dicas que me ajudaram nesses anos, mas para isso seria interessante que você ilustrasse o que te impede, hoje, de adotar uma alimentação vegetariana e abolir as empresas que testam seus produtos em animais.

Mais uma vez, agradeço o diálogo,
=]

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